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Consumidor século XXI

Consumidor do século XXI ainda não usa todas as ferramentas de proteção

Atualmente o consumidor está amparado tanto pelos Procons, quanto pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) que este ano completou 28 anos

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente em 15 de março. A data foi criada para proteger e lembrar sempre dos direitos que possui e também lembrar as empresas e lojas do compromisso de respeitar todas as leis que protegem os seus consumidores.

Com a evolução do comércio, que deixou de ser apenas uma relação pessoal entre comprador e lojista, para alcançar as compras virtuais, como no ‘e-comerce’, por exemplo, nasceu também um consumidor mais antenado, que tem ao seu favor, plataformas digitais e outras ferramentas de proteção.

Entretanto, mesmo com tantas ferramentas de apoio, ainda falta a este consumidor, saber mais sobre seus direitos. Esta é a opinião da chefe do Procon de Jundiaí, Gabriela Glinternik.

Para ela, atualmente o consumidor está amparado tanto pelos Procons, quanto pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC) que este ano completou 28 anos de implantação. “O código veio fortalecer a luta dos Procons, em prol dos consumidores que são a parte mais fraca de uma relação comercial e ele trouxe normas para equilibrar esta relação”, destacou Gabriela, observando que o CDC, mesmo com 28 anos esta atualizado com as novas diretrizes comerciais, como o e-comerce e compras virtuais. “É uma lei moderna com princípios que acabam sendo sempre atuais e mesmo diante de novas relações e tranquilamente aplicável por conta dos princípios da boa fé, equidade (senso de justiça) e reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor que norteiam as regras”, explicou.

Em sua avaliação, o consumidor do século XXI já é criado em um ambiente digital e com muitas ferramentas de apoio à sua disposição, como redes sociais, canais de comunicação, dentre outros. “Ele é antenado, mas ainda não sabe totalmente seus direitos e quais são estas ferramentas que podem ajudá-lo e principalmente os cuidados e precauções ele ainda peca, pois, por ser imediatista, esquece-se de ler o contrato que hoje é digitalizado e muitas vezes acabam acreditando em propagandas e caem em armadilhas”, detalhou.

Apesar de ter este perfil mais imediatista Gabriela lembra ainda que é o lojista ou a empresa fornecedora que tem o dever de informar. “Ao mesmo tempo que queremos um consumidor mais consciente, também temos que ter empresas idôneas que informam o consumidor sobre seus produtos para que o consumidor possa ser orientado na hora da compra”, destacou.

Para finalizar, Gabriela destacou que o papel dos Procons, não apenas nesta dia do consumidor, mas de modo geral é proteger o consumidor, desta forma promover a cidadania. “E este é o aspecto geral deste órgão. Trabalhamos pela consolidação de relações mais saudáveis, harmoniosas e sustentáveis em nosso mercado de consumo”.

 

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