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‘Diabetes diz respeito a toda família’, destaca campanha no Dia Mundial da Diabetes

Campanha do Dia Mundial do Diabetes tem como foco o envolvimento familiar

Quando uma pessoa é diagnosticada com alguma doença, frequentemente toda a família acaba sendo afetada. E com a diabetes, a situação não é diferente e por isso, o apoio, bem como o envolvimento da família é fundamental para que o tratamento tenha efeito. Por isso o tema da campanha do Dia Mundial da Diabetes é “A Família e a Diabetes”.

Na avaliação do médico endocrinologista da Faculdade de Medicina de Jundiaí, Dr. Caetano Munhoz de Domênico, a diabetes é uma doença perigosa e que se não for diagnosticada e tratada precocemente pode acarretar muitos problemas. “Por isso, a exemplo de outras doenças, a prevenção é o melhor remédio e um dos meios de prevenir é a mudança de estilo de vida”, orientou o endocrinologista.

Ele explicou que a preocupação com a doença já atinge níveis mundiais e a diabetes já se tornou uma epidemia que precisa ser contida. Em nível mundial, mais de 425 milhões de pessoas estão atualmente vivendo com diabetes. No Brasil, atinge cerca de 200 mil brasileiros e vem crescendo. “Esta epidemia está diretamente ligada a obesidade. Hoje no Brasil e no mundo, a metade da população já apresenta sobrepeso e isso é o principal fator do aumento da diabetes no mundo”, explicou destacando que se não mudarmos nosso estilo de vida, a tendência é piorar cada vez mais. “Atualmente somos muito sedentários e precisamos mudar passando a ter uma alimentação mais saudável e a prática de exercícios físicos”.

O médico destacou que existem dois tipos mais comuns de diabetes. O tipo 1 que aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina. Já o tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia no sangue.

Já em relação aos sintomas que podem sugerir  a diabetes, os portadores podem apresentar muita sede, urina em excesso e perda de peso sem explicação. “Os sintomas são tardios e normalmente quando aparecem a doença já está instalada e para evitar que seja descoberta muito tarde é preciso fazer exames preventivos a partir dos 45 anos, que é quando a diabetes Tipo 2 tende a aparecer”, orientou o médico. Além da obesidade, o Dr. Caetano destaca ainda que pressão alta; alto nível de ‘mau’ colesterol e de triglicérides são outros fatores de risco.

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