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Queimadasjulho2018

Divisão Florestal de Jundiaí alerta para o risco de queimadas no período de estiagem

Com a falta de chuvas e consequentemente uma estação cada vez mais seca, o fogo se propaga rapidamente, causando sérios danos à saúde das pessoas e ao meio ambiente, que sofre com a ameaça de sobrevivência da sua fauna e flora.

Sendo assim, a Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) – por meio da Divisão Florestal (DF) – alerta sobre os riscos de incêndio nesta época do ano, devido às condições favoráveis à propagação descontrolada do fogo por conta do período de estiagem em toda região. Conscientiza sobre a importância e necessidade na preservação ao meio ambiente, a mata nativa – especificamente a região que compreende o Território de Gestão da Serra do Japi -, contando para isso com uma equipe de profissionais qualificados permanentemente: é o compromisso da atual Administração, mantido diariamente pelo setor especializado da instituição. “Cuidados sempre serão necessários para que não se inicie um incêndio florestal, desastroso ao meio ambiente, causando danos às propriedades rurais, além do perigo de ocasionar vítimas, colocar em risco a fauna existente na Serra do Japi, rica e diversa em seus exemplares. O impacto ambiental das queimadas é preocupante, uma vez que prejudica a fertilidade do solo e danifica a biodiversidade. Também há produção de gases nocivos à saúde humana e diminuição da visibilidade atmosférica, que pode causar acidentes em estradas, além de interferir na qualidade do ar e consequentemente na saúde das pessoas”, declarou o inspetor Paulo Vicente Soares, responsável pela Divisão Florestal.

Trabalho de conscientização

O Grupamento Florestal preserva a Serra do Japi nos seus 350 quilômetros quadrados (desse total, uma área de 191,7 quilômetros quadrado foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat): o maior patrimônio da região abrange os municípios de Jundiaí, Cabreúva, Pirapora do Bom Jesus e Cajamar.

A ação negativa do homem também pode ser decisiva: uma das principais causas de incêndios é a grande proliferação de desmatamento e também o lançamento de resíduos sólidos nas áreas verdes, como a bituca de cigarro.  O período de estiagem também é propenso aos riscos no tráfego de veículos em vias federais e estradas (os acidentes); por isso com o clima seco, promovido pela estação, a atenção deve ser redobrada tanto nas áreas vegetais nativas e de cultivo quanto nas áreas urbanas.

O trabalho socioeducativo realizado pela Divisão Florestal, principalmente nas escolas, é fundamental pois aborda temas sobre a influência do homem na natureza e as belezas naturais da Serra do Japi, destacando a sua riqueza hídrica, além da grande variedade em espécies da fauna e flora. “É importante mostrar o antes e o depois do fogo, as diferenças são drásticas. Ações que possam sensibilizar as pessoas para iniciativas que protejam e beneficiem o meio ambiente, minimizando dessa forma a ocorrência das queimadas. Em casos onde se comprova a ação do homem, a população precisa entender que não devemos passar todos os anos por essa destruição. Isso é cultural, precisa mudar, e para mudar é necessário a conscientização”, completou.

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