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Grupo Permanente de Controle de Endemias debate plano de contingências em Jundiaí

Formado por representantes de Unidades de Gestão da Prefeitura de Jundiaí, o Grupo Permanente de Controle de Endemias de Saúde se reuniu na manhã de sexta-feira (4) para iniciar a formatação de plano unificado de contingência para as arboviroses (dengue, zika, chikungunya, febre amarela e zika) e apresentar os dados sobre a situação da cidade. A partir deste plano, fica estabelecido como cada Unidade de Gestão pode contribuir em caso de surto epidêmico, além de ações que podem ser incluídas nas tarefas diárias que contribuem para a redução das ocorrências.

De acordo com dados apurados pela Unidade de Controle de Zoonoses (UVZ), em relação à dengue, Jundiaí teve redução de 44,2% no número de casos entre os anos de 2017 e 2018 (dados até janeiro), passando de 120 notificações com um caso positivo importado no ano passado, para 67 notificações e um caso importado neste ano.

Com relação à febre amarela, com o grande trabalho preventivo realizado de mapeamento e vacinação antes da ocorrência do vírus na cidade, Jundiaí registra um caso positivo recuperado, uma morte confirmada e uma morte suspeita pela doença. O vírus zika mantém o mesmo padrão na cidade. Desde 2016, apenas uma notificação é registrada por ano, sem confirmação de caso.

Já o chikungunya não registra casos positivos entre os anos de 2017 e 2018. No entanto, o aumento no número de notificações suspeitas é situação favorável de acordo com o gerente da UVZ, Carlos Ozahata. “A notificação significa que os médicos estão atentos para identificar a doença. No comparativo  do mês de janeiro, no ano passado tivemos uma notificação. Já neste ano foram cinco. Em ambos, sem confirmação. Existe a precaução com relação à doença, pois em outras regiões do País foram registradas muitas ocorrências, com registro de óbito”, detalha.

Apesar de os dados favoráveis, o cuidado não pode ser deixado de lado, visto que o mosquito aedes aegypti, transmissor das arboviroses, está evoluído para procriar em água parada em qualquer ambiente. “A importância do grupo permanente destaca exatamente a forma como cada um consegue contribuir para melhorar, cada vez mais, o quadro. Por exemplo, a Fundação Municipal de Ação Social (Fumas) pode incluir ações de conscientização sobre a eliminação de criadouros em suas atividades de campo nos núcleos de submoradia”, comenta.

No próximo encontro, que será realizado no mês de junho, os representantes apresentarão as contribuições para o plano.

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