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Jundiai GM nas ruas

Instituto Sou da Paz aponta que Jundiaí é a 15ª entre as cidades mais seguras do Estado

Atuação da GMJ nas ruas e a integração com as demais forças de segurança contribuem para a redução nos índices de criminalidade

Recente pesquisa divulgada pelo Instituto Sou da Paz indica que o município destaca-se entre os demais por garantir qualidade de vida e, principalmente, a segurança junto à população. Criado a partir do Índice de Exposição a Crimes Violentos (IECV), como parte do Instituto Sou da Paz Analisa 2017, o Ranking de Exposição a Crimes Violentos das cidades do Estado de São Paulo foi desenvolvido em parceria com o jornal O Estado de S.Paulo (Estadão) e mede a exposição à violência dos municípios que possuem mais de 50 mil habitantes.

A iniciativa da atual gestão em criar a Unidade de Gestão de Segurança Municipal é considerada inédita na história do município. Reforça o compromisso de efetivar ações no combate à violência e criminalidade, a partir da atualização do Plano Municipal de Segurança e Cidadania, estabelecendo dessa forma metas para os órgãos de segurança da cidade, como também para outros órgãos municipais que garantem a infraestrutura para a atuação na prevenção.

Segundo a pesquisa, o Índice de Exposição a Crimes Violentos considera crimes letais, sexuais e contra o patrimônio, e o ranking permite a comparação da vulnerabilidade da população a esses crimes – tanto entre municípios quanto ao longo dos anos. O Estado de São Paulo subdivide-se em 645 municípios. Comparativamente, Jundiaí segue crescendo de maneira pujante perante os demais – principalmente no quesito segurança, no caso em ritmo decrescente para o registro dos índices, o que justifica a sua 15 ª colocação: quanto menores os índices, mais seguro é considerado o município, como assim é significativamente Jundiaí. Comparativamente em relação aos últimos anos: em 2014, o Índice do município foi 20,8; 2015 – 16,9; 2016 – 15,8; e finalizando o mais recente, em 2017 – 12,6. Segundo estimativa divulgada em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade soma 409.497 habitantes. “O grande desafio é dar à população a sensação de segurança cada vez mais ampliada, com uma política de integração entre a Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ) e os demais órgãos de segurança pública. Iniciativas que alcançam resultados positivos e tornam-se referência, confirmados em pesquisas desta amplitude. A integração determinada pelo prefeito Luiz Fernando acontece na prática e efetivamente”, destaca o titular da Unidade de Gestão de Segurança Municipal (UGSM), Paulo Sérgio de Lemos Giacomelli Stel (Jacó).

GMJ em ação

Para atender as necessidades imediatas da população, a Guarda Municipal Jundiaí (GMJ) ampliaram as ações de patrulhamento comunitário – feito pelo Apoio Tático e Canil – durante o primeiro trimestre deste ano, foram realizadas mais de 15 mil rondas pelos próprios municipais e bairros da cidade.

De janeiro a março, foram recuperados 109 veículos por meio do Sistema OCR – utilizado para o reconhecimento ótico dos caracteres das placas dos veículos que adentram o município e acusam irregularidades, atitude suspeita ou são clonados (os dublês); recuperados também em patrulhamento; denúncias; por medidas administrativas; considerando-se os mesmos serem produtos de furto ou roubo.

O retorno das atividades da Ronda Escolar – Anjos da Guarda em fevereiro de 2017, com o início do ano letivo, tem por objetivo garantir a segurança da rotina diária nas unidades educacionais municipais, também nas estaduais e particulares – quando assim for necessário, e feita a solicitação para ações específicas.

A entrada e saída nas escolas da rede pública municipal durante os períodos matutino e vespertino, prolongando-se para as demais até o noturno, no período compreendido das 7 às 23 horas ininterruptamente: para isso, com a implantação da Guarda Comunitária para reforçar o patrulhamento simultâneo no entorno das escolas, pelos bairros da cidade. A retomada e ampliação do Programa Educação para Não Violência (Educavi), que foi criado em 2009, passou por uma interrupção de 2013 a 2016, e que em 2017 voltou repaginado para atender variadas demandas, uma vez que direciona o seu trabalho socioeducativo para crianças, jovens e adultos, principalmente no que diz respeito ao uso nocivo das drogas.

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