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Ação do Sindicato dos Metalúrgicos evita demissões e garante estabilidade de empregos por até 180 dias para mais de 6 mil trabalhadores

Mais de seis mil empregos estão garantidos nas cidades de Jundiaí, Várzea e Campo Limpo. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos, que realizou nas últimas duas semanas, diversos acordos junto com as empresas que estão optando pela redução de jornada e de salário.

A aprovação desses acordos contou com a participação maciça dos trabalhadores, que puderam votar na pauta em questão por meio de assembleias realizadas virtualmente, uma novidade criativa e necessária nesse momento. “Nunca assinamos um acordo sem aval dos trabalhadores, por isso, desenvolvemos um sistema de assembleia online, que é realizada no nosso site, de forma segura e confidencial. Também realizamos algumas assembleias presenciais, sempre seguindo as recomendações de prevenção da OMS. Desta forma, a voz do trabalhador se faz presente e contempla a bandeira mais importante do Sindicato: a mobilização coletiva”, explicou o presidente do Sindicato, Eliseu Silva Costa.

Graças a essa intermediação do Sindicato junto às empresas, foi possível não só evitar uma onda de demissão, mas também garantir estabilidade de emprego aos trabalhadores. Nos acordos assinados, o tempo de estabilidade varia de 60 a 180 dias, de acordo com a realidade de cada empresa. O presidente do Sindicato ressalta que a medida contempla a cadeia produtiva como um todo. “Cada emprego direto equivale até três indiretos, portanto, podemos prever que a nossa ação pode contemplar cerca de 20.000 postos de trabalho”.

Segundo Eliseu, o Sindicato precisou se reorganizar e criar novas alternativas para continuar próximo da base. “A atuação da nossa entidade sempre foi referência para as outras categorias. Em um período no qual os setores patronais podem aderir às negociações diretas, o nosso Sindicato agiu de forma rápida para fazer valer o ponto de vista coletivo, garantir empregos e, neste momento de pandemia, preservar ao máximo a saúde dos nossos companheiros”.

A classe trabalhadora brasileira atravessa um dos momentos mais complexos de sua história. Além do colapso econômico e do desemprego, que foram aprofundados com a equivocada reforma trabalhista, os trabalhadores amargam um período de pandemia no qual os seus direitos e garantias estão sob constante ameaça.

Em um período de alta vulnerabilidade econômica e trabalhista, o papel de uma entidade sindical é priorizar a mobilização coletiva para avançar nas suas reivindicações. “Por isso, seguimos, atuando de forma concisa, na intenção de garantir a integridade de toda a categoria e preservar os postos de trabalho”, conclui Eliseu.

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One comment

  1. Isso e porque o sindicato não está fiscalizando empresas ,pois aqui na várzea tem uma pequena metalúrgica q não paga nem o salário base dos funcionários e nem FGTS e nem INSS , como fica isso, o nome da empresa e usimicro em várzea Paulista rua José rabelo portela , bairro Jardim Maria de Fátima número 1301 ,acho q vcs deveriam fiscaliza,

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