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Calor traz à tona outro problema: afogamentos; No fim de semana, duas pessoas morreram em Jundiaí

Como acontece há vários anos, o período do verão, além das fortes chuvas na região enfatiza outro problema: os afogamentos em rios e lagoas. No último fim de semana dois casos de afogamentos foram registrados. Uma das vítimas tinham 19 e a outra 49 anos e nadavam em rios nos bairros Corrupira e Campirra quando acabaram morrendo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros que atenderam as ocorrências, o jovem de de 19 anos, nadava com amigos no lago do bairro do Corrupira quando se afogou. Já no outro caso, um homem d e 49 anos nadava em um lago no bairro Champirra. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí.

 

Em levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo destaca-se que, a cada dia, 2 pessoas morrem, em média, vítimas de afogamento no Estado. E 50,2% desses óbitos são de adultos entre 20 e 49 anos.

Socorro

Tão importante quanto saber evitar o afogamento, é saber como prestar socorro. O ideal é que pessoas sem treinamento apropriado não tentem fazer salvamentos sozinhas com o próprio corpo, colocando a própria vida em risco.  O mais adequado é fornecer para a vítima objetos que flutuem ou que sirvam como uma corda. Até mesmo uma garrafa pet pode ajudar a evitar um afogamento. É fundamental buscar socorro de salva-vidas ou bombeiros. A remoção da vítima deve ser feito pelos membros (pernas e braços) e jamais pode haver a compressão do abdômen. Fora d¿água, a vítima deve ser colocada de lado, ter sua roupa molhada removida e ser aquecida até que haja atendimento profissional.

 

Dicas para evitar afogamentos:

  1. Designe uma pessoa específica para tomar conta de crianças. Essa pessoa deve, por exemplo, reduzir o consumo bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente nas crianças;
  2. Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina;
  3. No clube, lembre-se de que o salva-vidas tem um grande universo de pessoas para observar e de que a visão dele pode ser prejudicada pelo ângulo ou pela movimentação das pessoas;
  4. Em locais de correnteza, jamais desobedeça a sinalização do Corpo de Bombeiros;
  5. No mar, em rios e outros locais com correnteza, o ideal é que o nível da água não ultrapasse a cintura do banhista para que ele não seja surpreendido por depressões no solo ou ondas e correntes inesperadas;
  6. Se for para o fundo usando uma boia, jamais a abandone, mesmo que perca o controle da situação;
  7. Caso se sinta em perigo, evite gritar e não nade contra a correnteza para poupar o fôlego e evitar a fadiga. Sinalize pedido de ajuda com os braços e procure boiar.
  8. No caso de perder o controle do corpo em rio, nade no mesmo sentido da correnteza e procure avançar lentamente pelas laterais até alcançar as margens.

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