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Em Jundiaí: famílias e especialistas se reúnem para falar sobre autismo neste sábado (12)

Famílias, estudantes universitários e profissionais de saúde e educação se juntam no próximo sábado (12) em um dos maiores eventos do país sobre a inclusão da pessoa de transtorno do espectro autista, o TEA. Jundiaí é a primeira cidade do Estado a receber o encontro “Seminário TEA: olhares e reflexões”, que ainda tem vagas disponíveis.

No sábado, além das cinco palestras multidisciplinares sobre o TEA que acontecem no período da manhã, os participantes também podem participar de um dos dois cursos livres que serão ofertados à tarde pelos especialistas.

O curso de Introdução ao ABA aplicado ao autismo será ministrado pelo professor universitário Damião Silva, coordenador de inclusão da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Simultaneamente, Rita Cóssio Rodriguez, professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), aplica o curso de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e autismo.

Durante o seminário, Rita Cóssio apresenta o tema “Práticas recomendadas no TEA e a importância da família”. A especialista em inclusão fala, especialmente, sobre a abordagem psicossocial do autismo na escola e na família. “É fundamental que pais, assim como professores, conheçam sobre TEA, os avanços e estudos no campo, bem como práticas e intervenções recomendadas, não só para evitar irem atrás de “descobertas milagrosas” e “curas”, mas para possibilitarem de forma real e concreta o desenvolvimento”, fala.

Outro destaque no evento é a presença da bióloga Graciela Pignatari que, além de participar da criação do “A Fada do Dente” da USP, também foi a primeira pós-doutoranda a compor o projeto, pioneiro na pesquisa científica de autismo no Brasil. “Minha palestra será dividida em três grandes tópicos: a questão dos fatores ambientais e o autismo, a importância dos fatores genéticos e como as alterações genéticas podem estar envolvidas no TEA, e sobre o que são e para que servem os exames genéticos”, explica.

Graciela é taxativa sobre a importância de profissionais de saúde e educação buscarem informações atualizadas sobre o transtorno. “Quanto mais estudantes e profissionais da saúde conhecerem o autismo, mais cedo teremos o diagnóstico, o que favorece as intervenções precoces e, com isso, podemos pensar em questões de melhora na qualidade de vida e inserção desses indivíduos na fase adulta”, conclui.

Confira os temas e palestrantes do evento:

A contribuição da genética no Transtorno do Espectro Autista – Graciela Pignatari;

Desenvolvimento da linguagem e fala correlacionados com o autismo – Mayalle Jurado, fonoaudióloga clínica e mestre em Processos da Comunicação Humana (USP); Práticas recomendadas no TEA e a importância da família – Rita Cóssio Rodriguez; Modelos de Tratamento (TCC, ABA, Denver, Teacch) – Damião Silva; Políticas públicas no Transtorno do Espectro Autista e a rede de cuidados à pessoa com deficiência – Denner Pereira, advogado e servidor público na Procuradoria do Estado do Paraná.

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