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Hospital Universitário de Jundiaí reforça o benefício da vacina H1N1 para as crianças e gestantes

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou em todo o país no último dia 10. O governo pretende vacinar 58,6 milhões de pessoas, até dia 31 de maio. Para isso, enviou aos estados 63,7 milhões de doses da vacina.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários. A escolha dos grupos que receberão a vacina segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Essa definição também é baseada em estudos epidemiológicos e no comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. Por isso, são priorizadas as populações com maior chance de complicações e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave.

Os grupos prioritários, devido à maior chance de complicações são: crianças (especialmente abaixo de 5 anos), gestantes, puérperas até 45 dias pós parto, adultos acima de 60 anos, portadores de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, doenças pulmonares, trabalhadores da saúde (porque podem disseminar a doença), entre outros

 De acordo com a infectologista do Hospital Universitário, Márcia Borges Machado, é muito importante se vacinar, principalmente as gestantes e crianças. “Essas precisam de uma atenção maior, pois fazem parte dos grupos de maior risco, por apresentarem maior chance de desenvolver complicações e agravamento do quadro clínico”, diz.

 A vacina é produzida pelo Instituto Butantan, dá proteção contra três vírus da influenza  A(H1N1), A(H3N2) e B e reduz as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da influenza na população alvo.

 Dra. Márcia reforça que em caso de doenças febris agudas, moderadas ou graves, deve-se adiar a vacinação até a resolução do quadro, para evitar que se atribua à vacinação as manifestações da doença.

 Em caso de alergia ao ovo (pessoas que após ingestão apresentaram apenas urticária), não há contra-indicação, mas, em quadros clínicos específicos, como alergia grave, é importante que a imunização seja feita em ambiente adequado (local com urgência e emergência) e com supervisão de profissional de saúde que possa reconhecer e prestar atendimento em caso de alguma condição alérgica.

 Para o grupo de portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, é mantida a orientação da prescrição médica, que deverá ser apresentada no ato da imunização, especificando o motivo da indicação da vacina.

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