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Jundiaí registra mais de 600 casos de dengue, aponta Zoonoses

Jundiaí (SP) registrou mais 124 casos de dengue na última semana, segundo um boletim divulgado pela Zoonoses nesta segunda-feira (22).

Segundo o órgão, o número aumentou de 535 para 659 casos. Desses casos, 609 foram adquiridos na cidade e 46 são casos importados. Os outros quatro casos são indefinidos.

Ainda de acordo com a Zoonoses, o bairro Novo Horizonte registra o maior número de casos, sendo 190 positivos, o que representa quase 29% do total.

O Jardim São Camilo, com pouco mais de 21%, está em segundo lugar com 139 casos confirmados. Na sequência, vem o bairro Vila Aparecida com 6,37% e 42 casos positivos.

O bairro Ponte São João registrou 37 casos positivos enquanto o bairro Almerinda Chaves tem 23 casos, isso representa 5,61% e 3,49%, respectivamente.

De acordo com Ana Lúcia de Castro, biomédica da Zoonoses de Jundiaí, o trabalho da equipe é feito constantemente e todo caso notificado gera uma investigação epidemiológica e um trabalho de campo para eliminação dos criadouros.

Ela diz que a cidade está com quatro regiões importantes, que são bairros populosos e com uma densidade grande de mosquitos, que já foram todos trabalhados e eliminados.

“Agora o que a gente precisa mesmo é da ajuda da população para eliminar os criadouros e não ter uma reposição de mosquito”, explicou.

Os 124 novos casos já foram trabalhados, de acordo com a biomédica. “Estamos trabalhando todos os dias no combate da doença. Estamos reforçando a investigação epidemiológica de novos casos notificados e orientando principalmente as pessoas quanto aos sintomas e a importância de procurar atendimento médico”, disse Ana Lúcia.

A biomédica explica que, na investigação epidemiológica, os vigilantes recebem um documento do serviço de saúde por onde o paciente passou e vão até o bairro para fazer uma vistoria no imóvel da pessoa com sintomas.

“Nós vamos trabalhar também nos imóveis no entorno, buscando o criadouro e eliminando e orientando a pessoa a procurar atendimento médico”, explicou.

Segundo ela, a dengue tem a característica de explosão por conta de ter um vetor muito bem adaptado ao meio ambiente.

“Nós trabalhamos com a orientação da população e trabalhos para eliminar os criadouros. Mas ainda existem focos de populações novas de mosquitos que nós não encontramos. É um ciclo da doença, com a diminuição dos criadores e com a temperatura baixando um pouco, acreditamos que essa fase passe”, finalizou.

(Fonte: G1)

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