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Material escolar deve ficar em média 10% mais caros, diz (Abfiae)

Especialista dá dicas para conseguir economizar na hora da compra

 

Para quem tem filhos, um dos maiores gastos do início do ano, sem dúvida, é o material escolar. A situação pode ficar ainda mais complicada para aqueles que não se planejaram, isso porque os itens ficarão, em média, 10% mais caros a partir de janeiro segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae). O reajuste é influenciado pela alta no preço do papel e pelo dólar, que afeta o valor de estojos e mochilas. De acordo com a Associação, entre 20% e 25% do material escolar utilizado pelos estudantes é importado.

Segundo o especialista em educação financeira, Reinaldo Domingos , devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

Por isso ele orienta que o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar.

Uma das dicas, é antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo; “No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso”, salienta, orientando que é interessante reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas, mas ele ressalta que a partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total. “Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas se for fazer é válido pedir descontos”.

Outra orientação é que no dia das compras é fundamental conversar com os filhos sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado. “O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses”, destaca.

 

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