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A ação faz parte de um trabalho preventivo e foi feita a partir de ordem da Justiça

Prefeitura de Jundiaí interrompe construções irregulares no Cidade Jardim 2

A Prefeitura de Jundiaí, por meio de ação de fiscalização integrada coordenada pelo Departamento de Assuntos Fundiários, interrompeu a sequência de obras em um loteamento irregular no bairro Cidade Jardim 2, na última quinta-feira (13). Ao todo, seis casas estavam sendo construídas ali. Três delas foram demolidas e em outras três foram apreendidos materiais de construção, como tijolos e telhas. A ação foi feita a partir de ordem da Justiça.

Os supostos proprietários não possuíam qualquer permissão e nem tinham alvará das construções. A intervenção faz parte de um trabalho preventivo da Unidade de Gestão de Planejamento e Meio Ambiente, com apoio da Guarda Municipal, da Unidade de Gestão de Infraestrutura e Serviços Públicos e da Fumas (Fundação Municipal de Ação Social) e com o conhecimento do Ministério Público.

Além de impedir a proliferação de parcelamentos de terras irregulares, o objetivo também é de proteger o meio ambiente, já que loteamentos e construções clandestinas podem contaminar os mananciais que abastecem a cidade e não contam com sistema de água tratada, esgoto e drenagem. Além disso, essas ações servem para inibir novas iniciativas dessa espécie e protegem o consumidor quanto aos riscos de ser enganado, ao comprar lotes e imóveis sem qualquer tipo de aprovação e documentação que assegure a legalidade do empreendimento.

O diretor do Departamento de Assuntos Fundiários, Clovis Pinhata, acompanhou o trabalho e explicou que trata-se de obrigação do poder público municipal exercer o poder de polícia administrativa, em função do que define o inciso III do Artigo 85 da Lei 606/2021 (Código Municipal  de Obras).

“Nossa proposta é evitar que construções irregulares como essas se proliferem no município”, explica Clovis. “No caso desse loteamento, o proprietário da área já tinha sido notificado, mas mesmo assim continuou vendendo lotes de maneira irregular, sem permissão e sem oferecer a infraestrutura necessária prevista na legislação municipal.”

As três casas em construção que não foram demolidas já tinham famílias vivendo em suas dependências. A desocupação desses imóveis deverá ser feita posteriormente, a partir de uma liminar judicial.

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