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“Quem acha que o JV vai fechar, que aguarde para ver”

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O JV Regional chega ao final do período eleitoral em nossa região com a certeza do dever cumprido. Sua missão, como veículo de imprensa, era levar informação aos leitores da cidade onde o jornal circula, sem medo de ameaças. E fez isso durante todo o tempo. Muitas vezes acusado de estar fazendo campanha, chegou a ser chamado de ‘jornal vendido’, mas, em todas as tentativas de provar isso na Justiça, seus acusadores não tiveram êxito.

Seus diretores foram ameaçados, chamados de escória da sociedade de Várzea e até sofreram ameaças de que, dependendo do resultado das eleições, teriam de mudar de cidade.

Esqueceram-se, porém, que o jornal já tem 16 anos de história e seu fundador e primeiro presidente, Ernesto Francisco Musselli, mora em Várzea há 64 anos, nascendo no bairro do Portão Grande, sítio da família Sanomya, distrito de Secundino Veiga, ainda pertencente a Jundiaí. Seu bisavô era José Rabello Portella, nome dado à rua de maior extensão da cidade. Seu tio Zezinho Musselli foi vereador e assassinado na época que exercia o cargo.

Em 2004, Ernesto Francisco Musselli, depois de 22 anos de serviços prestados à tradicional empresa Vulcabrás, em Jundiaí, resolveu iniciar o projeto de um jornal semanal. Pouco tempo depois, esse veículo de imprensa se tornaria um dos mais importantes de toda a região. Em 2004, aliás, publicou a primeira pesquisa política da cidade de Várzea Paulista, antecipando a vitória do prefeito Eduardo Tadeu Pereira sobre Rodolfo Rodrigues Wilson Braga. Tempos em que as pesquisas tinham credibilidade da sociedade.

O jornal se orgulha, entre outras coisas, de fazer a cobertura de todas as decisões do futebol amador de Várzea Paulista em suas 16 últimas edições. Neste período, já foram cinco eleições e, independentemente do resultado, o jornal seguiu crescendo e fazendo história. Passaram as administrações de Clemente Manoel de Almeida (PMDB), Eduardo Tadeu Pereira (PT), Juvenal Rossi (PV), em Várzea Paulista; Luiz Brás (PSDB), Armando Hashimoto (PSDB), José Roberto de Assis (PR) e Japim Andrade (Pros), em Campo Limpo Paulista; Ary Fossen (PSDB), Miguel Haddad (PSDB), Pedro Bigardi (que iniciou a gestão pelo PC do B), e Luiz Fernando Machado (PSDB), em Jundiaí; Toninho Lorencini (PTB), Vanderlei Gerez (PSDB), e Fátima Lorencini (PTB), Vicente Zacan (PSB), Eliane Lorencini (Dem), em Jarinu; Eleutério Malerba (PSDB) e Júnior Finamore (PDT), em Louveira; Ricardo Bocallon (que iniciou a gestão pelo PT) e Marcão Marchi (PSD), em Itupeva.

Como é possível, passam os nomes e as siglas, mas o jornal se mantém firme em seu propósito de informar seus leitores. E assim continuará também após essa eleição. Para os que acreditam que o jornal vai fechar as portas por conta do resultado em Várzea Paulista, sede do jornal, se preparem para as novidades que virão a partir de janeiro de 2021. E podem ter certeza que continuaremos sempre em busca daquilo que trazemos em nosso nome: A Verdade!

2 Opinião

  1. Parabéns meu amigo neto, continue sim e com muita força, o jornal e independente, temos que levar a verdade doa a quem doer abs.

  2. O jornal A VERDADE nao pode fechar jamais , esse e o principal informativo de Varzea e Regiao , gosto muito do jornal leio toda semana , Imprenso ou Virtual .

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