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Região de Jundiaí recua para a fase vermelha do Plano São Paulo de retomada econômica

Cidade pertence ao Departamento Regional de Saúde (DRS) de Campinas (SP) e deve adotar medidas mais restritivas a partir de segunda-feira (6).

A região de Jundiaí (SP), que pertence ao Departamento Regional de Saúde (DRS) de Campinas (SP), regrediu para a fase vermelha do Plano São Paulo de retomada econômica. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (3), em coletiva com o governador João Doria (PSDB).

A decisão foi tomada com base em relatórios com número de casos e óbitos, taxa de ocupação de leitos, dentre outros, enviados pela Secretaria Municipal de Saúde. Além de Jundiaí, seis cidades da região compõem o DRS de Campinas e serão afetadas pela medida.

Na semana passada, a região de Sorocaba (SP) também havia sido rebaixada para a fase um do plano estadual. As restrições começaram a ser colocadas em prática na última segunda-feira (29).

Dentre as cinco fases propostas no plano, a vermelha é a mais restritiva. Somente comércios considerados essenciais podem funcionar, entre eles mercados e farmácias. Todo o restante deve permanecer fechado.

Desde a última coletiva feita pelo Governo Estadual, algumas cidades do Departamento Regional de Saúde de Campinas já haviam realizado mudanças e adotado medidas da fase vermelha, mesmo permanecendo na fase laranja.

Em Cabreúva (SP), por exemplo, o comércio está fechado desde o dia 25 de junho e diversas barreiras sanitárias foram espalhadas pela cidade para orientar e impedir o acesso de turistas.

No entanto, a Prefeitura de Jundiaí optou por manter o comércio aberto, mas determinou algumas restrições para que os estabelecimentos pudessem funcionar. Dentre elas, o horário reduzido e medidas de higiene para garantir a segurança dos clientes e funcionários. A cidade estava na fase laranja havia um mês.

Cinco fases

Durante esse período de pandemia do coronavírus, as 17 regiões administrativas do estado foram classificadas em fases, que são divididas em cinco cores: vermelha, laranja, amarela, verde e azul.

Os critérios de classificação das cidades por regiões e fases de cores levaram em conta a relação do número de leitos hospitalares, principalmente os de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs), com o número de pessoas infectadas pela Covid-19. Entenda:

Na fase vermelha não é permitida a abertura do comércio;

Na fase laranja é permitida a abertura do comércio com restrição;

Na fase amarela é permitida a abertura do comércio, mas com algumas restrições;

Na fase verde é permitida a abertura do comércio, ainda com algumas restrições;

E na fase azul é permitida a abertura total do comércio, sem restrições.

Os municípios vão apresentar ao estado, semanalmente no Censo Covid-19, dados como evolução no número de casos e mortes, além da taxa de ocupação dos leitos, que serão avaliados para mudança de fase no plano.

“Uma região só poderá passar a uma reclassificação de etapa – com restrição menor ou maior – após 14 dias do faseamento inicial, mantendo os indicadores de saúde estáveis”, explicou o governo estadual.

Os critérios exigidos nos municípios para o enquadramento em cada fase do plano foram:

Cidades que tiverem disponibilidade de leitos de UTI na rede pública e privada.

Redução no número de novos casos da doença.

Com manutenção do distanciamento social nos ambientes públicos.

Uso obrigatório de máscaras.

 

Quando e como retomar atividades

A partir da autorização do estado em cada fase, caberá aos prefeitos a decisão de como farão a reabertura das atividades descritas. De acordo com o plano, a flexibilização deverá ser feita por meio de decreto municipal. E os municípios devem cumprir dois pré-requisitos do estado:

Adesão aos protocolos de testagem, elemento crítico da estratégia estadual.

Prefeitos deverão apresentar fundamentação científica para liberação que cite fatores locais relacionados ao município.

Marco Vinholi, secretário de Desenvolvimento Social de SP, explicou os pontos que fizeram com que o plano pudesse ser implementado: normalização na oferta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), dobro de oferta de leitos e uso de máscaras por 87% da população do estado.

 

Por G1 Sorocaba e Jundiaí
Foto: JV Regional

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