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Sistema de transporte: Movimentos pedem a criação da ‘CEI dos Ônibus’ em Jundiaí

Objetivo é apontar alguns pontos controversos no sistema, como a formação de monopólio e qualidade dos serviços prestados

Em Jundiaí, a sessão ordinária realizada nesta terça-feira (19) foi marcada pela presença de membros do Movimento Renova Jundiaí que tem apoio do Fiscaliza Jundiaí e PTB Diversidade e Juventude,  que realizavam um abaixo assinado para a abertura da Comissão de Inquérito (CEI) por parte da Câmara Municipal no sentido de apurar possíveis irregularidades e descumprimento de contratos cometidos pelas empresas que operam na cidade, que segundo os movimentos prestam um serviço de baixa qualidade, prejudicando assim, a população.

Segundo os integrantes do Movimento Renova Jundiaí, Felipe Pinheiro e Dalmir Júnior, o movimento tem como objetivo pontar alguns pontos que eles entendem ser irregularidades no sistema. “Entre eles destacamos a questão do monopólio do transporte coletivo na cidade que é comandando por apenas um grupo econômico, que caracteriza esta ilegalidade. Além disso ainda temos a questão dos problemas estruturais do sistema que são a falta de limpeza nos coletivos e terminais, atrasos em muitas linhas, quebra constante dos veículos, entre outros”,  detalhou Felipe, enfatizando que as entidades estão realizando o abaixo assinado pela internet e também nos terminais da cidade. “Queremos também que a câmara entre nesta campanha e também investigue estas irregularidades”, completou Dalmir.

Uma das reclamações é a chamada ‘gaiola virtual’, na qual o usuário que optam por pagar em dinheiro tem de aguardar em pé até o terminal, onde funcionários fazem a cobrança. A diferença, segundo os organizadores do movimento é que antigamente haviam as gaiolas físicas, que foram destruídas pelo prefeito Luiz Fernando. “Esta é a diferença, mas o sistema é o mesmo e causa transtornos, atrasos nos ônibus, que são obrigados a esperar a cobrança de todos os passageiros que pagam em dinheiro”, destacou Dalmir.

Outro apontamento é em relação ao valor das passagens, hoje em R$ 4,40, considerado proporcionalmente muito cara por km rodado, quando comparada a outras cidades do porte de Jundiaí. “Queremos transparência e auditoria da planilha de custos do transporte coletivo”, pontua Felipe.

 

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